Uma situação um pouco mais complexa e preocupante do que o simples desequilíbrio na balança que pesa entradas e saídas é a chamada “crise financeira”.

Ela ocorre quando o momento é tão grave que exige mais do que renegociar prazos com clientes e fornecedores e chega ao extremo de produzir dívidas em bancos e em cooperativas de crédito, protestos de títulos, negativação de cadastros ou até execução de ações judiciais.

Para superar uma crise não basta cabeça fria do empreendedor — não que isso não seja importante, porque desespero não leva ninguém a lugar algum e ainda impede que soluções sejam enxergadas. É preciso foco e planejamento para que as ações corretivas sejam as mais assertivas possível, para que o que seria a solução não se torne um problema ainda maior.

Primeiramente, é preciso identificar a origem da dificuldade financeira. O primeiro pensamento será o de que as receitas estão abaixo do necessário, mas o problema pode estar no alto custo de manutenção do negócio — ou seja, nas despesas operacionais e em gastos extras que surgem sem que tenham sido planejados.

Também é possível tentar uma renegociação dos vencimentos atrasados por meio de uma renegociação de dívidas, em que podem ser usadas linhas de crédito com juros mais baixos ou prazos mais estendidos. Passada a tempestade, é hora de o empreendedor se organizar melhor, buscar ajuda e investir em ferramentas para uma gestão mais eficiente.

Se ele não aprender a lição trazida pelo momento de dificuldade, o campo estará aberto para novos episódios e, aí, as consequências podem ser bem mais desastrosas e o negócio começa a correr o risco de ir por água abaixo.

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